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A RESPOSTA DE OURO - Parte III/III

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Empresas de sucesso não ganham dinheiro. Empresas de sucesso mudam a vida das pessoas. Não importa o segmento em que atuamos, as conexões que construímos com as pessoas determinam o tipo de sucesso que teremos. Claro que sempre haverá dinheiro envolvido, afinal estamos dentro de um sistema capitalista, mas esse fato não preciso nos tornar artificiais. Lembremos que 100% da equipe de uma empresa são pessoas, 100% da base de nossos clientes são pessoas e 100% de nossos parceiros são pessoas; e pessoas são 100% movidas por emoções, que são 100% movidas por relacionamentos. Se queremos deixar uma marca como empreendimento relevante, precisamos contar a história que vivemos, algo que seres humanos de verdade vão se identificar.

 

 

No texto anterior, falamos de várias marcas famosas. Dessa forma, parece que o sucesso só pode ser percebido ou vivido no nível delas. Errado. Se nos perguntarem o nome das pessoas que ganharam medalhas de ouro, times campeões e prêmios Nobel, etc. talvez não saibamos ou teremos dificuldades para lembrar. Mas, sempre recordamos da professorinha que nos dedicou algum carinho em momentos de dificuldade, ou o senhor da quitanda que sempre atendeu com presteza e nunca nos deixou levar um produto pior. Seriam tantas as possibilidades, se a gente olhar pra trás, desde a infância. Por que não esquecemos dessas pessoas? Porque houve relacionamento, envolvimento e dedicação. Alguém pagou um preço que não envolveu dinheiro.

 

Conexão é a arma mais poderosa que uma empresa pode usar para tornar o seu negócio sustentável e sólido. Quando nos conectamos ao público é porque deixamos claro o nosso propósito na sociedade e no mundo. Quando as pessoas se sentem atraídas nossas ideias e se veem refletidas nos valores que defendemos, elas se juntam a nós e se dispõem a advogar a favor da empresa, além de evangelizar qualquer um pelo caminho, “vendendo” as boas-novas recebidas. Ou seja, se queremos ter sucesso nos negócios, precisamos ter uma visão clara de quem somos e porque existimos. Isso atrairá as pessoas que comungam e se inspiram com as mesmas ideias.

 

 

Se um restaurante “vende” a ideia de compromisso com o meio ambiente e responsabilidade social, atrairá pessoas que defendem tais valores. Se uma escola “vende” a ideia de compromisso com a sociedade, buscando preparar seus alunos, em todas as situações, para interferir positivamente no mundo, da mesma forma, atrairá um público com a mesma visão. Se uma loja de sapatos “vende” a ideia de que a vida pode ser muito melhor se usarmos calçados feitos em cooperativas, que se valem de matérias-primas de origem sustentável, seguirá o mesmo raciocínio, trazendo pessoas que se inspiram com esse pensamento. Ou seja, se não tivermos um objetivo claro, um propósito visível e tangível, valores e ideias que vivemos em cada atitude, dificilmente seremos notados no meio da multidão.

 

Costumo dizer para meus clientes que adoro concorrência. Pois, na verdade, ninguém fará um trabalho igual ao nosso. Pelo menos, se tivermos consciência clara de nosso propósito como empreendimento. Se isso não estiver muito bem definido e sendo vivido consistentemente, a concorrência, pequena ou insignificante, sempre será um problema. Se somos únicos, sempre seremos destaque, mesmo no meio da maior multidão. Acredito que a concorrência é útil até para nos impulsionar rumo à excelência, na defesa de nossos valores.

 

Se você já sabe a resposta para a pergunta feita no primeiro capítulo dessa série, parabéns! Caso contrário, reveja seus “valores” e tenha a saudável preocupação sobre o futuro do seu negócio e como ele poderá se posicionar num mercado sempre denso de complexas possibilidades, sujeitas às inquietas emoções de um público cada vez mais exigente.

 

Boa sorte!

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