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A RESPOSTA DE OURO - Parte II/III

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A maioria das pessoas ainda vislumbra ter seu próprio negócio na expectativa de apenas “ganhar dinheiro”. Claro que isso não está totalmente errado. Entretanto, se esse for o único propósito, sempre haverá alguém que venderá mais barato que você e levará embora toda a sua clientela. Talvez o concorrente pegue mais pesado e faça promoções apelativas, vendendo dois pelo preço de um, com frete grátis, brinde incluído e o que mais seu “marketing” se permitir imaginar. Como se proteger contra isso?

 

Por que os produtos Apple são “caros” e ainda assim vendem muito? Por que os fãs da Harley Davidson tatuam seu logo na pele? Por que Nike, Lacoste e Starbucks estão sempre em evidência, mesmo tendo preços altos? Não existe o Bom-Bonito-Barato. Isso é um mito. Existe apenas o excelente. O resto é pura mediocridade ou algo menos que isso. Nesse caso, a única saída será sempre as desesperadas promoções sem cura.

 

 

 

As marcas citadas acima não custam caro, simplesmente. E não possuem elevado status apenas porque alguém quis que fosse assim. Há uma história por trás de cada uma delas. Uma marca vende, antes de seu design e poderoso marketing, uma identidade. E é isso que se conecta ao público. Quem usa Apple acredita nos valores da empresa, como desafiar o Status Quo. Quem viaja numa Harley, possui espírito livre e tem o mundo como cenário de suas aventuras. Quem bebe o café da Starbucks acredita que essa é a melhor forma de se tornar único, sendo membro de um grupo seleto de pessoas que sabem fazer boas escolhas.

 

Então não existem produtos/serviços caros. Existem produtos/serviços com e sem identidade. Se sou um brasileiro num país muito estranho, me torno amigo íntimo do primeiro compatriota que encontrar pela frente. Nossos hábitos de compra dizem muito sobre quem somos. E a busca de cada um de nós é a experiência máxima da exclusividade. Quanto mais próximo disso, mais felizes ou realizados seremos. E não se engane, tudo isso que foi dito está ligado diretamente às emoções humanas. Compramos sensações, nunca produtos/serviços.


 

 

Quando for planejar seu próximo negócio ou repensar o seu atual, não se esqueça de perguntar a si mesmo: por que estou fazendo isso? Qual a identidade do meu negócio? Que tipo de pessoas irei atrair? Que tipo de sentimentos desejo inspirar? Que tipo de histórias contarão sobre a minha marca?

 

Uma marca sem identidade, sem propósitos e valores claros, sem uma ambição específica, jamais vai se conectar ao seu público. Pessoas são movidas por crenças, por ideias, por motivos e ideais. Não confiamos em produtos/serviços, confiamos nas razões pelas quais eles estão sendo feitos. Uma vez que a gente se identifique com isso, além de nunca mais abrir mão, pagaremos qualquer preço, achando barato, e teremos disposição de contar pra todo mundo sobre a decisão que tomamos.

 

E a pergunta continua, qual o motivo maior de seu negócio existir?

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